Saúde e bem-estar

Diabetes provoca uma amputação a cada 30 segundos

A doença arterial periférica como consequência da diabetes é responsável por cerca de 1500 amputações anuais nos hospitais portugueses, uma realidade que preocupa o grupo Lusíadas Saúde e que estará em destaque no seu 1º Congresso Internacional com o objectivo de consciencializar para a importância do diagnóstico precoce da doença, assim como a sua prevenção e tratamento.
“Muitos doentes recorrem ao médico tardiamente, numa altura em que a doença já se encontra numa fase muito avançada em que já não é possível realizar-se os habituais procedimentos endovasculares capazes de evitar a amputação. Nós trabalhamos diariamente no sentido de consciencializar as pessoas para a importância da prevenção da doença e do diagnóstico precoce no sucesso do tratamento, mostrando que é possível evitar a progressão da doença e descartar a amputação”, refere Pereira Albino, Coordenador da Unidade de Cirurgia Vascular do Hospital Lusíadas Lisboa e um dos oradores do congresso.

 

Os dados publicados no relatório do Observatório Nacional para a Diabetes demonstram a grande morbilidade e mortalidade associada a esta doença com resultados que colocam Portugal no topo da tabela relativamente à taxa de prevalência da doença. O grupo Lusíadas Saúde está atento a esta situação e tem vindo a implementar soluções capazes de evitar e tratar a doença.

 

A doença arterial periférica está associada a uma obstrução das artérias devido a uma diminuição do fluxo sanguíneo nos membros superiores e principalmente os inferiores. Esta obstrução está relacionada com a acumulação de gorduras e placas de colesterol que acabam por causar um estreitamento gradual das artérias e que dificultam a passagem do sangue e a chegada do oxigénio necessário aos músculos.

 

O 1º Congresso Internacional Lusíadas Saúde, que vai realizar-se no próximo dia 8 de Novembro, na Alfândega do Porto, vai debater este e outros temas, nas áreas Cardiovascular e de Segurança do Paciente, e contará com a presença do sistema cirúrgico robótico “Da Vinci”. Um robô de quatro braços que é controlado pelo cirurgião através de uma consola. Este equipamento oferece inúmeras vantagens comparativamente à cirurgia aberta e inclusive à laparoscopia, estando associado a uma recuperação mais rápida, menos dolorosa, a menos complicações operatórias. A cirurgia robótica apresenta ainda várias características técnicas que proporcionam um aumento da segurança dos procedimentos. O robô estará disponível para manuseamento de todos os participantes do congresso.

Fonte: RCMPharma

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