Obesidade e excesso de peso afectam fertilidade masculina

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No âmbito do Dia do Pai, os especialistas do Método DiaproKal incentivam os 63,8% dos homens portugueses com excesso de peso e os 20,9% que sofrem de obesidade a alcançar o peso ideal e a controlar os níveis de açúcar no sangue, de forma a aumentar a sua fertilidade.

Os homens obesos são menos férteis e tal é comprovado por um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia. A obesidade aumenta a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2 e, por sua vez, a fertilidade dos homens diminui com altos níveis de açúcar no sangue, pois reduz a quantidade, qualidade e mobilidade dos espermatozoides.

Já o estudo da Universidade de Adelaire, na Austrália, indica que as pessoas com excesso de peso ou obesidade são 25 vezes mais propensas a ter problemas sexuais e 35 a 50% dos homens diabéticos tipo 2 padecem de disfunção eréctil.

«Muitos homens acreditam que um ligeiro excesso de peso não afecta a sua fertilidade, mas a verdade é que este pode ser um factor determinante, uma vez que a gordura tende a acumular-se no abdómen, aumentando as probabilidades de desenvolver diabetes tipo 2. Por isso, é aconselhável que a perda de peso seja através da perda de gordura abdominal, de forma a melhorar o estilo de vida para ter mais facilidades na hora de ser pai», comenta Ignacio Sajoux, director médico internacional da PronoKal Group.

Uma análise realizada pelo Método DiaproKal revela ainda que quando estão numa relação, 55% dos homens entre os 36 e os 50 anos alimentam-se de forma incorrecta, enquanto 60% realiza menos exercício físico. Ou seja, na faixa etária em que os homens são mais férteis, o estilo de vida é, em geral, pouco saudável e sedentário.

Os valores apresentados representam a importância de uma modificação de hábitos comportamentais, como o sedentarismo, e da diminuição da gordura localizada – tão prejudicial como frequente nos homens.

O estudo demonstra que em pacientes tratados como o Método DiaproKal, em quatro meses, é possível reduzir o perímetro de cintura três vezes mais do que numa dieta hipocalórica normal, sendo que aos dois meses de tratamento são perdidos em média 11,02kg – quase quatro vezes mais do que nos pacientes tratados com uma dieta hipocalórica normal, que obtêm uma perda de apenas 2,92 kg. Uma opção baseada numa dieta proteinada para pacientes com diabetes tipo 2 e pré-diabetes, cuja perda de peso acontece graças à perda de gordura, preservando a massa muscular, o que permite perder 90% do excesso de peso controlar os níveis de açúcar no sangue, sem sentir cansaço nem fome.

Durante todo o tratamento é realizado um acompanhamento médico, em conjunto com especialistas em actividade física, nutrição e coaching, que pretendem modificar o seu estilo de vida a longo prazo. Sendo assim, o paciente perderá peso de forma rápida e controlada, reduz o perímetro abdominal, afasta as possibilidades de desenvolver doenças associadas com a obesidade e aumenta os seus níveis de fertilidade.

Fonte: Diário Digital

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