Stressado? Cuidado com a alimentação…

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As influências do stress sob a nossa alimentação são cada vez mais notórias e não pelas melhores razões. Sob stress tendemos a agir em piloto automático, situação que favorece a adopção de comportamentos prejudiciais à nossa alimentação, como a ingestão de alimentos desfasada das nossas necessidades, a confusão entre a fome e os sentimentos e a repetição de padrões antigos de alimentação.

Quando estamos stressados a nossa mente perde a capacidade de dar respostas que se adaptem da melhor maneira ao nosso organismo e ao meio em que estamos inseridos. O stress funciona como um mecanismo de emergência acionado perante ameaças ao nosso bem-estar. O que levava os nossos antepassados a fugir de um urso em épocas primitivas é o mesmo mecanismo que nos leva a agir perante a nossa perceção de perigo, mesmo que este esteja apenas na nossa mente. Por esta razão, muitas pessoas perdem o apetite quando estão stressadas – ninguém pensa em comer quando foge de um urso.

Da mesma forma, existem pessoas que sentem necessidade de comer qualquer coisa quando estão stressadas, mesmo que não tenham fome. Essa ingestão de alimentos não é feita de forma consciente, por estarmos desconectados das nossas sensações corporais, o que se traduz muitas vezes em excessos.

Neste sentido, estudos mencionam o stress como fator impulsor da hiperfagia – distúrbio alimentar caracterizado pela ingestão de alimentos superior às necessidades – em 2/3 pessoas. Foi também observada a inclinação das pessoas hiperfágicas para consumir hidratos de carbono, ainda que não se saiba se esta preferência advém de fatores fisiológicos ou sociológicos, se tivermos em conta que os hidratos de carbono são cozinhados rapidamente.

A tendência para repetirmos padrões de comportamento, neste caso, alimentares não é necessariamente positiva ou uma resposta adaptada ao meio e às nossas necessidades. Este tipo de resposta converte-se em fator de stress, tornando-se num ciclo vicioso: comemos demais porque estamos stressados e ficamos stressados porque comemos demais.

Para quem tem a tendência de ganhar apetite, existem alimentos que nos provocam energia e um aumento do otimismo após o seu consumo, aliviando desta forma o stress. A equipa de nutricionistas da Pronokal deixa alguns exemplos de nutrientes que ajudam a combater o stress:

Vitaminas B
As reservas desta vitamina esgotam quando nos encontramos sob stress laboral, emocional, etc., o que se traduz num aumento de insónias e irritabilidade. Neste caso devemos aumentar o consumo de alimentos ricos em vitaminas do grupo B, como peixe, marisco, lacticínios, ovos, espinafres, cereais e leguminosas.

Magnésio
Equilibra o sistema nervoso central e promove o relaxamento do organismo. Devemos consumir nozes, grãos e vegetais integrais, fontes deste mineral.

Potássio
Mineral que ajuda na função neuromuscular. Batatas e bananas são alguns alimentos ricos em potássio.

Triptofano
É um antisstress eficaz responsável pela sensação de bem-estar, relaxamento, aumento da autoestima e concentração. Presente em proteínas que contenham carne ou leite.
 
Calmantes naturais
Há infusões com efeito relaxante que ajudam a combater o stress como limão, erva-cidreira manjericão. Um copo de leite à noite também ajuda a relaxar e dormir melhor.

Fonte: Diário Digital

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