Dois hospitais em rutura devido a falta de verbas

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Ausência de recursos e equipamentos antigos levam unidades a uma situação limite.

Estão em causa os cuidados de saúde a 300 mil pessoas. A garantia foi dada ao CM por José Maria Costa, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, que solicitou uma reunião urgente com o ministro da Saúde.

“Estamos em situação de rutura e, por isso, vou a Lisboa no próximo dia 6 de julho expor todas as queixas que recebo das unidades hospitalares da região”, disse o também presidente da Câmara de Viana do Castelo. Falta de equipamento e escassos recursos humanos são alguns dos sinais que estão a deixar em alerta profissionais e utentes que recorrem aos serviços da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

Além dos hospitais de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, a ULSAM integra 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença. “São milhares de pessoas que estão a ser vítimas da falta de recursos e do subfinanciamento de que sofremos há vários anos”, explicou José Maria Costa, que garante que “o valor transferido por habitante para a ULSAM é 60 € mais baixo do que o normal nas restantes regiões do País”.

A diferença tem levado a que não se façam os investimentos necessários, uma situação que chegou agora “ao limite máximo suportável”. Depois de ter sido “gravemente prejudicado pelo anterior governo face a outras unidades locais do País”, o líder da CIM prepara-se para apresentar propostas ao novo quadro comunitário.

O objetivo é que sejam aprovadas candidaturas a quadros de financiamento, com vista à requalificação e modernização dos hospitais do Alto Minho.

Fonte: Correio da manhã

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