AVC: SINTOMAS E TRATAMENTO – TUDO O QUE TEM DE SABER

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As consequências de um AVC variam desde uma breve perda de função, seguida de recuperação completa passando por comprometimentos permanentes, até à morte do indivíduo e dependem da etiologia, localização e gravidade da lesão (grau e a duração de isquemia).

Relativamente à localização da oclusão é importante ter em consideração que o encéfalo é inteiramente suprido pelas artérias cerebrais posteriores e carótidas internas (sendo que estas últimas dão origem, tanto às artérias comunicantes posteriores, como, próximo do quiasma óptico, às artérias cerebrais anterior e média). E que em conjunto, as artérias cerebrais posteriores e ramos das carótidas internas formam o círculo de Willis, o qual é responsável pelo suprimento sanguíneo dos hemisférios cerebrais.

 

Sinais e Sintomas

TRATAMENTO

Relativamente ao tratamento é de salientar que se pretende que a abordagem seja feita em “cadeia”, começando pela prevenção primária nos Cuidados Primários de Saúde com a educação para a saúde, passando pelos meios de emergência pré-hospitalar e hospitalar na fase aguda (centrada em particular nas Unidades de AVC), mantendo cuidados de reabilitação e prevenção secundária após a alta, sendo reavaliados posteriormente pela consulta externa hospitalar e regressando aos Cuidados de Saúde Primários para manterem o apoio e realizar a prevenção secundária.

A reabilitação deve iniciar-se o mais cedo possível e ser assegurada por uma equipa transdisciplinar constituída por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e terapeutas da fala especializados na abordagem do doente com AVC (Nível de Evidência I).

No que diz respeito às Unidades de AVC estas são um “sistema de organização de cuidados prestados aos doentes numa área geograficamente bem definida”, podendo ser centrais, regionais ou básicas. Atualmente, está comprovado que o tratamento de doentes com AVC isquémico em Unidades reduz significativamente a mortalidade, a incapacidade e a necessidade de assistência institucional, comparativamente com o tratamento numa enfermaria convencional.

 

CURIOSIDADE
Há algum tempo atrás pensava-se que o período de recuperação destes indivíduos terminava por volta dos 3 a 6 meses pós-AVC. Porém, pesquisas recentes têm demonstrado, não só que a recuperação funcional dos mesmos pode continuar ao longo de anos, mas também que esta é influenciada por diversos fatores, entre os quais: extensão da lesão, tipo de intervenção na fase aguda, existência de disfunção preceptiva ou cognitiva, ocorrência de complicações, idade do indivíduo, grau de independência e funcionalidade do paciente, bem como a sua motivação.

 

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