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Estudo da OCDE alerta para falta de enfermeiros em Portugal

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O rácio enfermeiro/habitante em Portugal está abaixo da média europeia e o grande desafio do Serviço Nacional de Saúde é conseguir motivar esses profissionais e evitar a sua saída. Estas conclusões são apresentadas num estudo da Comissão Europeia à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Economico (OCDE), que comparou a Saúde em 28 Estados membros.

Em Portugal há 6,3 enfermeiros por cada mil habitantes, enquanto a média europeia é de 8,4. É, por isso, urgente a contratação destes profissionais, alerta o estudo. O documento refere a vaga emigratória de profissionais de saúde a que se tem assistido nos últimos anos e indica que, “futuramente, o Serviço Nacional de Saúde [em Portugal] tem como desafio conseguir manter a motivação dos seus profissionais, bem como conter e inverter a sua saída”. São “pressões sobre aqueles profissionais” e “salários no setor público inferiores ao privado” os fatores apontados como principais responsáveis pela saída de enfermeiros do país.

Só Espanha, Itália, Eslovénia, Bulgária e Chipre apresentam números mais preocupantes no que respeita ao rácio enfermeiro/habitante. Dinamarca, Alemanha e Suécia apresentam rácios muito mais elevados que a média da UE, o primeiro com três vezes mais do que Portugal e os outros dois com praticamente o dobro.

O estudo salienta ainda que “o número de licenciados em enfermagem está em queda desde 2009”, altura em que também se deixou de investir tanto. A relatório nota que a austeridade afetou mais a Saúde do que outros setores da Administração Pública: A parcela das despesas com a Saúde passou de 13,8% em 2009 para 12,3% em 2015.

Fonte Jornal Enfermeiro
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