Tromboflebite

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É a presença de um coágulo associado à inflamação na veia, evidenciado na grande maioria dos casos, por dor localizada, rubor, calor e edema ao redor do sítio de inserção ou ao longo do trajeto da veia, seja pela imobilidade do membro por causa do desconforto e inchação, pela velocidade lenta do fluxo, febre, mal estar ou pela leucocitose.

Tratamento

O tratamento inclui a interrupção da infusão EV. Logo em seguida deve-se proceder com aplicação inicialmente de compressa fria para diminuir o fluxo sanguíneo e aumentar a agregação plaquetária, seguido por uma compressa quente.

Faz-se necessário a elevação do membro que apresenta o problema , bem como o início de nova linha no membro oposto.

Devemos observar que quando o paciente apresenta sinais e sintomas de tromboflebite, a linha IV não deverá ser lavada (embora a lavagem possa estar indicada na ausência de flebite para garantir a permeabilidade da cânula e evitar a mistura de medicamentos e soluções incompatíveis).

 

Cultivo

O cateter deverá ser cultivado depois que a pele ao redor do cateter é limpa com álcool.

Quando existe drenagem purulenta o local é cultivado antes que a pele seja limpa.

Como evitar?

A tromboflebite pode ser evitada impedindo-se o trauma da veia no momento em que a linha IV é inserida, observando-se o local a cada hora e verificando-se os aditivos de medicamentos para a compatibilidade.

Referência

1. SMELTZER, S. C. et al. (editores). Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 11 ed. vol. 1. p. 295.

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