Ordem alerta para “problema grave” de falta de enfermeiros no Alto Alentejo

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“O que encontrámos foi um desfalque assistencial muito grande”, lamentou, referindo que nos hospitais de Portalegre e Elvas “quase todos trabalham no limite e ao nível dos serviços mínimos em greves, mas sem greve”.

Sérgio Branco alertou para o “risco real” de o bloco de partos do hospital de Portalegre poder fechar devido à falta de enfermeiros e caso se mantenha o atual número destes profissionais que trabalham no serviço.

No bloco de partos do hospital de Portalegre, “faltam pelo menos 10 enfermeiros e as condições deste serviço não garantem a segurança dos cuidados e é grande o risco para bebés, mães e enfermeiros”, alertou.

Já o hospital de Elvas tem “um número de enfermeiros muito condicionado” e “necessita de reformular o serviço de urgência”, porque “o que lá existe é um Serviço de Urgência Básica, onde os doentes são atendidos e aguardam seguimento num corredor”.

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Por outro lado, “a maioria” das extensões dos centros de saúde da região está fechada e só abre algumas horas por semana e “não tem sequer meios para atender a situações de emergência simples”.

“Depois do que vimos, consideramos que é preciso humanizar a saúde” no Alto Alentejo, porque “achamos que o sistema não foi pensado para funcionar em função das pessoas”, rematou Sérgio Branco.

Fonte: Lifestyle Sapo

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