Novas descobertas sobre a dor crónica

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Uma equipa de investigadores procurou quais os circuitos no cérebro que mudam com as lesões, de maneira a descobrir como parar a dor crónica.

A dor crónica atinge pessoas com danos nos nervos periféricos, mas também algumas que tenham sofrido um AVC. Pode haver ainda uma relação com a dor sentida por algumas pessoas num membro amputado.

Os cientistas, do Instituto do Cérebro da Escola de Medicina Cumming, Canadá, em conjunto com a Universidade de Stanford, EUA, usaram a optogenética para estudar as ligações entre neurónios nos cérebros de ratos.

A optogenética permite usar luz para identificar e controlar neurónios individualmente. Assim, conseguem mapear um caminho que mostra quais neurónios comunicam entre si para processar o sinal de dor e depois comunicar esta informação pela coluna até ao ponto inicial de estímulo.

Gerald Zamponi, investigador principal, demonstra que atingir certos caminhos no cérebro pode interferir na sinalização da dor e parar a sensação dolorosa.

Esta descoberta abre possibilidades a diferentes formas de terapêutica dirigidas à estimulação cerebral em vez das atuais que apenas se focam na coluna e nas fibras nervosas onde a resposta à dor é processada.

Zamponi conclui que “agora conseguimos identificar o longo circuito no cérebro que leva a mensagem (…). E se pudermos estimular, de forma não invasiva, regiões do cérebro para as inibir e aliviar a dor? Seria uma tremenda alternativa aos medicamentos”.

Fonte: Univadis

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