Neuropatia atinge 50% dos diabéticos. Conheça os sintomas

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Formigueiro, dormência, picadas nos braços e pernas, dor? Estes são sintomas típicos da Neuropatia, que afetam, sobretudo, o sistema nervoso periférico. Os danos podem ser irreversíveis.

1 em cada 3 pessoas poderá evoluir para um quadro debilitante. Os sintomas da Neuropatia são ainda muitas vezes ignorados, subvalorizados ou não detetados por médicos e doentes.

O Núcleo Saúde Mais Próxima, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), com o apoio científico da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), promove ações de sensibilização e rastreio gratuitas, em dez bairros municipais e históricos da cidade de Lisboa.

De 11 a 22 de novembro, os enfermeiros do Núcleo Saúde Mais Próxima estarão, das 9h15 às 17h45, numa ação que tem como objetivo o despiste precoce de sinais e sintomas sugestivos da Neuropatia. Será realizada a avaliação do pé e de outros parâmetros, tais como glicemia, pressão arterial e índice de massa corporal (IMC).

«A Neuropatia corresponde a um quadro de lesões nos nervos motores, sensoriais e/ou autónomos, que afetam diferentes fibras nervosas. Ocorre quando há lesão no sistema nervoso periférico, como nos nervos dos braços e das pernas, o que conduz a um quadro sintomático desconfortável e perturbador da qualidade de vida dos doentes», explica Jorge Brandão, médico de medicina geral e familiar e Vice-presidente da APMGF.

Prevê-se que a Neuropatia Diabética atinja 50% da população diabética

A Neuropatia é uma das complicações da Diabetes. O aumento da glicose no sangue (hiperglicemia) é uma das causas mais importantes desta complicação.

A Neuropatia diabética manifesta-se através de sintomas como dormência ou sensação de queimadura nos membros inferiores, formigueiro, picadas, choques, agulhadas nas pernas e pés, desconforto ou dor e perda da sensibilidade táctil, entre outras. No entanto, os sintomas da Neuropatia são ainda muitas vezes ignorados, subvalorizados ou não detetados por médicos e doentes.

«É fundamental que as pessoas, em especial os grupos de risco, reconheçam os sintomas e procurem identificá-los junto do seu médico, de modo a travar ou controlar a doença», alerta Jorge Brandão, médico de medicina geral e familiar e Vice-presidente da APMGF.

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