A vida mudou para todos. Marcelo não sai à rua e transforma Belém num muro de lamentações – ZAP

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Nuno Veiga / Lusa

O Presidente dos afetos também está confinado a quatro paredes. Marcelo já concedeu 40 audiências e o seu regresso à rua está marcado para meados de maio.

De acordo com o Expresso, Marcelo Rebelo de Sousa deverá regressar à rua em meados de maio. Ainda assim, Belém não esclarece que tipo de agenda ou em que moldes irá o Presidente da República perspetivar a sua gradual saída do confinamento.

Para já, o semanário avança que estão previstas duas intervenções públicas: o discurso no próximo sábado, nas comemorações do 25 de abril, e a intervenção que fará na próxima terça-feira, na qual explicará as razões para o país sair do estado de emergência.

Desta vez, não está previsto que o Presidente faça uma comunicação formal ao país, dado que a intenção é reforçar que a saída do confinamento e a abertura gradual da vida social e económica compete sobretudo ao Governo. As regras serão decididas pelo concelho de ministros e António Costa deverá explicá-las aos portugueses na próxima quinta-feira.

Desde que decretou estado de emergência, Marcelo já concedeu 40 audiências. Os primeiros a serem recebidos foram os representantes da República nas Regiões Autónomas, seguidos da Confederação da Indústria, e os últimos, esta quarta-feira, foram o Presidente da Novabase e o CEO da REN.

Setor a setor, Marcelo recebeu responsáveis do comércio, turismo, agricultura, autarcas, banqueiros, médicos, sindicalistas, enfermeiros, parceiros sociais, farmacêuticos, militares, bombeiros, forças de segurança e jornalistas, fazendo de Belém um verdadeiro muro de lamentações.

Marcelo Rebelo de Sousa tem sido uma espécie de confidente dos representantes dos setores, que desabafam as suas queixas, carências e preocupações.

Foi o caso dos responsáveis do setor social, que alertaram para a falta de recursos humanos e de equipamentos individuais de proteção nos lares, por exemplo. Já o presidente da Liga dos Bombeiros alertou para os riscos de, chegado o verão, não haver capacidade para responder em simultâneo à epidemia e aos fogos.


Fonte: ZAP

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