Infarmed deteta farmácias a vender testes rápidos ilegalmente – ZAP

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Antonello Srino Redazione Met

O Infarmed detetou algumas farmácias a vender testes rápidos ilegalmente numa operação de “fiscalização às farmácias comunitárias” no que se refere à comercialização de kits para a deteção da covid-19.

O Jornal de Notícias avança esta segunda-feira que algumas farmácias continuam a vender testes rápidos de diagnóstico de covid-19 ao público ilegalmente, uma vez que não estão autorizadas a fazê-lo.

Fonte oficial da Autoridade Nacional do Medicamento disse ao mesmo jornal que “quando são detetadas situações de venda de testes rápidos ao público, o Infarmed enceta as ações necessárias para que a farmácia cesse essa prática”, nomeadamente através da mera advertência. Contudo, “até agora, poucas foram as farmácias notificadas nesse sentido”.

Várias farmácias admitiram ao JN vender testes ao público. Algumas recomendaram que o teste fosse feito por um profissional de saúde e uma das farmácias indicou até um gabinete de enfermagem onde poderia ser realizado o teste.

Por outro lado, a Associação Nacional de Farmácias diz desconhecer a comercialização de testes rápidos de forma ilegal.

O Infarmed tem realizado ações de fiscalização sobre a realização de testes nas farmácias por um profissional de saúde, uma vez que, desde 16 de dezembro, as farmácias que cumpram um conjunto de requisitos podem realizar testes rápidos. De acordo com a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, apenas 373 das três mil farmácias do país reúnem as condições para o fazer.

Em novembro, já tinha sido noticiado que havia farmácias a realizarem os novos testes rápidos de antigénio sem cumprirem os requisitos técnicos exigidos pela Direção-Geral da Saúde (DGS), pelo Infarmed e pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

Relativamente aos requisitos a cumprir, todas as entidades que realizem os referidos testes são obrigadas a ter um espaço exclusivo para fazer as colheitas. Outro fator relevante é que a amostra tem de ser recolhida por um profissional de saúde com experiência e com formação para recolher amostras.

 

Maria Campos Maria Campos, ZAP //

Fonte: ZAP

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