OMS lança plano com seis objetivos, que precisa de quase dois mil milhões de dólares

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Neste montante inclui-se 1,2 mil milhões para o acelerador ACT [iniciativa global de distribuição de vacinas], disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa realizada na sede da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra.

De acordo com o mesmo responsável, 643 milhões de dólares serão destinados a pessoas que precisam de assistência humanitária de emergência em regiões de conflito.

O plano para 2021 tem por base o do ano passado e foca-se nos seguintes objetivos: suprimir a transmissão do vírus que provoca a Covid-19, reduzir a exposição à infeção, lutar contra a desinformação, proteger os mais vulneráveis, reduzir a morte e a doença e acelerar o acesso a novas ferramentas, incluindo vacinas, diagnósticos e terapêuticas.

O médico que dirige a OMS frisou que no documento se reconhece a necessidade de integrar a resposta à Covid-19 no planeamento de programas de saúde e desenvolvimento.

“O financiamento do plano não é apenas um investimento na resposta à Covid-19. É um investimento para a recuperação global e para melhorar a estrutura, para prevenir e mitigar futuras emergências de saúde”, declarou.

Tedros Adhanom Ghebreyesus recordou que no início do ano fez um apelo para a ação, para que a vacinação dos profissionais de saúde começasse em todos os países nos primeiros 100 dias do ano. “Amanhã (sexta-feira) chegamos a metade desse período e fizemos progressos, mas há muito que fazer ainda”, advertiu.

“Com a autorização do uso de emergência das duas versões da vacina da AstraZeneca esta semana, a Covax está pronta para distribuir as vacinas e espera que vários fabricantes cumpram os seus compromissos”, afirmou.

“Estamos perto da promessa de equidade vacinal”, revelou, indicando que o tema da equidade das vacinas estará na agenda da reunião do G7 e da conferência.

“Amanhã [sexta-feira] lançaremos uma nova declaração, com o apoio de diversas organizações e milhares de pessoas”, avançou o diretor-geral da OMS.

Assinaram a declaração grupos de profissionais de saúde, agências internacionais, grupos religiosos, movimentos de juventude e desportivos.

Na declaração pede-se ação. Pede-se que os líderes políticos aumentem a comparticipação para a Covax e que partilhem as doses, paralelamente aos planos de vacinação nacional. Aos fabricantes pede-se que partilhem o conhecimento com os peritos da OMS para aumentar o suprimento global de vacinas.

A OMS lançou há um ano o primeiro plano estratégico para controlo da pandemia de Covid-19.

“Hoje, temos orgulho de lançar o plano estratégico para enfrentar a doença em 2021”, referiu o responsável.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2.430.693 mortos no mundo, resultantes de mais de 109,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 15.754 pessoas em 792.829 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Lusa/HN

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