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IPO de Coimbra refuta críticas de que tenha desviado cirurgias para o privado

“O que está contratado é a deslocação das equipas do IPO de Coimbra a uma unidade de saúde privada para utilização de uma sala de bloco operatório e de internamento”, explicou hoje aquele organismo à agência Lusa, depois de confrontado com as críticas da estrutura sindical.

Em comunicado, o SEP considerou “manifestamente atentatória do Serviço Nacional de Saúde (SNS)” a decisão do IPO de efetuar “um protocolo com uma instituição privada da cidade de Coimbra para a realização de cirurgia da tiróide e paratiróide e cirurgia mamária a partir de 03 de janeiro”.

“Reafirmamos que tal decisão é atentatória do SNS, porquanto as alternativas públicas são do conhecimento de todos, designadamente o Hospital Geral dos Covões, unidade de saúde do âmbito do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e/ou do Hospital Militar, pertença do ministério da defesa”, lê-se na nota.

Na resposta, o IPO de Coimbra confirma a celebração de um contrato com uma unidade de saúde privada na cidade de Coimbra, “para utilização de uma sala de bloco operatório e camas de internamento com recursos humanos do IPO de Coimbra – médicos e enfermeiros”.

Salienta que a solução encontrada “visa o não agravamento de tempos de resposta, em doentes oncológicos, que é sempre a prioridade”.

O IPO de Coimbra justifica a decisão com a “necessidade de continuar a prestar cuidados de qualidade a doentes oncológicos, de forma atempada, uma vez que a capacidade de bloco operatório e de camas de internamento foi diminuída, na sequência da empreitada em curso de requalificação do edifício de Cirurgia e Imagiologia”.

Dos anteriores cinco blocos operatórios, aquela unidade hospitalar tem, neste momento, apenas dois a funcionar, o que é considerado insuficiente para as necessidades.

Negando estar a financiar o setor privado, a administração do IPO de Coimbra salienta que, recentemente, celebrou um protocolo com o Hospital de Cantanhede para a realização de atividade cirúrgica de ambulatório aos seus doentes (sem internamento), realizadas pelos seus profissionais.

Explica ainda que “para cirurgias que careçam de internamentos superiores a 24 horas foi avaliada a alternativa do setor público existente na cidade de Coimbra: CHUC e Hospital Militar”.

“Não tendo estas entidades, por falta de capacidade de internamento ou por constrangimentos estruturais, demonstrado condições para dar resposta às necessidades do IPO de Coimbra, procuraram-se outras soluções nas quais os seus profissionais – médicos e enfermeiros – pudessem desenvolver a sua atividade clínica”, realça a administração.

LUSA/HN

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