Burnout. Quatro sinais de alerta

Fonte de imagem: HiDoctor
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O termo ‘burnout’ tem estado nas bocas do mundo e parece que a tendência é para que seja ainda mais falado… e sentido. Veja como distinguir este distúrbio psíquico de carácter depressivo do stress.

Há stress e stress e há aquele stress que leva as pessoas a um estado tal de exaustão que todas as forças físicas e mentais ficam comprometidas, crescendo um sentimento de apatia e incapacidade. Este último tipo de stress pode ser facilmente denominado como ‘burnout’, um distúrbio psíquico de caráter depressivo ligado maioritariamente ao contexto profissional.

Um dos principais aspetos que separa o ‘burnout’ do stress é o lado emocional, que fica abalado a um ponto de poder causar depressão. Clinicamente, lê-se na Self, o ‘burnout’ depende de três fatores distintos que se ligam entre si: sentimento de baixa realização pessoal, desapego para com terceiros e exaustão emocional.

Mas para além do cansaço físico e da pouca ou nenhuma vontade em ir trabalhar, é também importante dar atenção a outros sinais que o corpo vai dando e que espelham o ‘burnout’.

De acordo com o médico Tausing-Edwards, um dos sinais de alerta é a perda do sentido de humor, um estado que está fortemente relacionado com a mudança de perspetiva emocional, em que apenas a tristeza e os pensamentos negativos se destacam.

Quando ao cansaço constante é associado um aumento exagerado dos níveis de cortisol é possível que o corpo comece a contrai-se e um dos sinais mais comuns de ‘burnout’ é a dor de costas, muitas vezes acompanhada por uma sensação interminável de frio. Nos casos mais extremos, é possível que o ‘burnout’ dê origem a uma constipação ou problema respiratório, uma vez que a hormona do stress afeta diretamente o sistema imunitário, deixando-o mais fraco.

Os bloqueios mentais a qualquer momento do dia são outro sinal de alerta a ter em conta, lê-se na Self, que destaca ainda o desespero sentido só de pensar em ir novamente trabalhar.

Não estar confortável no local de trabalho e não querer estar na presença dos colegas é também um sinal de ‘burnout’ que deve ser tido em conta e que pode até ser o trampolim para consequências mais severas, como a depressão e apatia.

Fonte: Banco da Saúde

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