Sindicatos: Subida de horas extra é para todos os trabalhadores da saúde

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A reposição de 25% nas horas extraordinárias em Abril, anunciada pelo Governo, não se aplica apenas aos médicos, mas a todos os trabalhadores do sector da saúde, garantem os sindicatos da CGTP e da UGT.

A reposição em 25% do valor das horas extraordinárias na Saúde, anunciada nesta terça-feira pelo Governo, não se aplica apenas aos médicos, mas a todos os trabalhadores da sector, segundo revelam em comunicado estruturas sindicais da CGTP e da UGT.

Relativamente à reposição do valor da percentagem fixada para as horas de qualidade e do trabalho extraordinário”, ficou “esclarecido pelo Secretário de Estado da Saúde que a mesma será aplicada a todos os trabalhadores da Saúde, independentemente da carreira profissional em que se encontrem integrados”, refere a Federação de Trabalhadores em Funções Públicas (CGTP), em comunicado.

“Houve ainda o comprometimento de que a percentagem restante será reposta até ao final do ano, mediante prévia negociação com as estruturas sindicais”, acrescenta.

O mesmo foi anunciado pela Fesap (UGT). “De acordo com informação obtida pela FESAP junto do Ministério das Finanças, o pagamento a 100% das horas extraordinárias e dos suplementos de hora estender-se-á a todos os trabalhadores da Saúde até ao final do ano, após negociação”.

“De acordo com a mesma fonte, permanece a garantia de que todos os trabalhadores, sem excepção, verão o trabalho suplementar pago a 75% a partir de Abril”, acrescenta ainda a estrutura da UGT.

Os sindicatos referem ainda como positiva a disponibilidade do Governo para negociar um acordo colectivo. O objectivo dos sindicatos é repor as 35 horas para todos os profissionais, independentemente do tipo de contrato.

“Na mesma reunião, o Secretário de Estado da Saúde comunicou que as negociações do Acordo Colectivo de Trabalho dos Hospitais EPE, deverão ser retomadas até ao final de Abril”, o que é relevante “não só para tornar extensível aos trabalhadores do contrato individual de trabalho as 35 horas semanais de trabalho, como também para consagrar o direito a uma

carreira profissional que hoje lhes está negada”, afirma a estrutura da CGTP.

Fonte : Jornal de Negócios

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