Gulbenkian e 12 hospitais acordam para reduzir infeção hospitalar

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A Fundação Calouste Gulbenkian vai assinar hoje com doze hospitais públicos apurados por concurso um compromisso para os próximos três anos para reduzir a prevalência de infeção hospitalar.

Segundo informação da Fundação Calouste Gulbenkian, os doze hospitais públicos foram apurados por concurso, selecionados entre 30 candidaturas, representando 65 a 75 por cento dos hospitais em Portugal.

O programa tem a duração de três anos e visa uma redução de 50% na ocorrência de infeções hospitalares.

Ainda segundo informações da Gulbenkian, a questão das infeções hospitalares assume uma dimensão especialmente relevante em Portugal, com uma prevalência acima da média europeia (quase o dobro, segundo dados do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças).

A redução da infeção hospitalar em Portugal foi um dos três Desafios Gulbenkian definidos no Relatório Um Futuro para a Saúde, apresentado em setembro do ano passado.

Na altura, Nigel Crisp, um antigo responsável pelo serviço de saúde inglês e que presidiu ao grupo de especialistas que elaborou o Relatório Um Futuro para a Saúde, disse que as infeções hospitalares representam uma despesa de 280 milhões de euros por ano, segundo dados oficiais.

O Institute for HealthCare Improvement (dos Estados Unidos) é parceiro deste projeto, depois de ter desenvolvido iniciativas semelhantes na Escócia, em Inglaterra e na Dinamarca.

Os doze hospitais portugueses que vão participar do projeto “STOP Infeção Hospitalar” são: Centro Hospitalar de Lisboa Central e de Lisboa Norte, Unidade Local de Saúde de Matosinhos, Instituto Português de Oncologia do Porto, Centro Hospitalar Alto Ave, Centro Hospitalar Barreiro-Montijo, Unidade Local de Saúde do Nordeste, Centro Hospitalar de São João, Centro Hospitalar da Cova da Beira, Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, Hospital de Braga e Serviço de Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira – Hospital Nélio Mendonça.

Na cerimónia de assinatura desta carta de compromisso com os doze hospitais participam hoje Nigel Crisp, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian e o diretor executivo do Institute for Healthcare Improvement.

Fonte: Diário Digital com Lusa

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