Foi o Governo que definiu a agenda!

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Foi o Governo que definiu a agenda!

Até 15 de Agosto entrega de  contraproposta aos Sindicatos.

Será que é desta que palavra dada é palavra honrada?

 

Os ENFERMEIROS PORTUGUESES vivem desde há vários anos (13 anos, 8 meses e vários dias) de forma ignorada, ostensiva e propositada por parte do poder político, comodamente instalado na Assembleia da República, no Palácio de S. Bento e no Palácio de Belém. Este poder político, Governo e Presidente da República, tal como os anteriores, da direita à esquerda, sem excepção, têm tido este comportamento narcisista, errado, errante e errôneo. E o que é certo, é que os ENFERMEIROS PORTUGUESES, também o permitiram, relativamente à sua classe profissional.

Nas negociações que se vão arrastando já há um ano, foi agora, o próprio governo, que estabeleceu a agenda de, até ao dia 15 de Agosto, entregar aos sindicatos uma contraproposta para a Carreira Especial de Enfermagem.

O Governo e particularmente o Senhor. Ministro da Saúde, Professor Doutor Adalberto Campos Fernandes, tem vindo a ostracizar os ENFERMEIROS PORTUGUESES, não evoluindo nas negociações com os diferentes sindicatos, prejudicando a Classe dos ENFERMEIROS, prejudicando o SNS e prejudicando os Utentes e contribuintes. O Senhor Primeiro-Ministro Dr. António Costa e o Senhor Presidente da República Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, têm andado distraídos, ausentes, preocupados com as afectos e selfies? Não têm reparado?

Quando o Governo não cumpre a palavra dada (e por isso deixa de ser honrada), não deixa alternativa aos ENFERMEIROS PORTUGUESES, que não seja manifestar o seu descontentamento e partir para as formas de luta, entre as quais, a greve.

Sou sempre a favor do diálogo, mas quando este não se traduz em resultados, outras formas de luta surgem.

Iniciou-se hoje uma greve de 5 dias!

 

  • Os ENFERMEIROS PORTUGUESES Já disseram e vão continuar a dizer BASTA!
  • Sejamos todos estrategas, coerentes e unidos;
  • Façamos das questões comuns de reivindicação, a frente de “batalha”, o rosto da reivindicação, a base de todas as outras futuras “manifestações”, tendo à cabeça, a necessidade de uma Carreira Especial de Enfermagem. Usemos em nosso favor a razão suprema da nossa reivindicação;
  • Saibamos explicar aos utentes e beneficiários do SNS que a nossa luta e reivindicação é também para lhes poder prestar cuidados de saúde e de Enfermagem personalizados e com mais qualidade;

 

É inquestionável e já demonstrado, que JUNTOS SOMOS MAIS FORTES! Assim o queiramos e saibamos sê-lo.

 

Humberto Domingues

Enfº. Especialista Saúde Comunitária

2018.08.13 – 17h00

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