Criado índice mais seguro e rápido para diagnosticar ataques cardíacos

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Uma equipa internacional de investigadores desenvolveu um índice simples para diagnosticar pacientes que chegam às urgências com sintomas de ataque cardíaco que é mais rápido e seguro do que os métodos usados atualmente.

Com o novo índice, que pode ainda identificar o risco de o paciente vir a ter um ataque cardíaco subsequente após ter recebido alta, a equipa espera que o diagnóstico daquele evento cardíaco melhore e que haja uma redução de mortes.

Peter Kavsak, investigador da Universidade McMaster University, em Ontário, Canadá, explicou que “desenvolvemos um simples índice de laboratório que é superior a usar a troponina cardíaca isoladamente para a identificação de pacientes com baixo e alto risco de ataque cardíaco ou morte quando se apresentam nas urgências”.

“Este índice de laboratório poderá reduzir tanto o número de análises ao sangue como o tempo passado nas urgências para os pacientes com dores no peito”, afirmou Andrew Worster, também da Universidade McMaster.

Para a construção da nova escala, os investigadores combinaram análises ao sangue comuns que estão disponíveis globalmente em muitos hospitais e criaram um único índice de laboratório ou de química clínica para diagnosticar ataques cardíacos.

As análises usadas pela equipa integram a lista da Organização Mundial de Saúde de exames essenciais complementares de diagnóstico para as instituições de saúde com laboratórios clínicos.

A nova ferramenta foi validada como prognosticadora de ataque cardíaco ou morte no espaço de 30 dias, com dados de estudos sobre urgências em quatro países, que tinham envolvido 4.245 pacientes. No espaço de um mês após a admissão nas urgências, ocorreram 727 ataques cardíacos ou mortes.

O novo índice falhou em prognosticar apenas um daqueles eventos, enquanto a análise à troponina falhou 25 eventos. O índice detetou ainda 75% dos pacientes que corriam um alto risco de ataque cardíaco ou morte, enquanto com a troponina apenas só foi identificada uma percentagem de 40%.

Fonte Banco da Saúde

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