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Novas abordagens da Leucemia Mieloide Aguda versam células alteradas

As novas terapias, designadas de “terapêutica dirigida ou terapêutica alvo”, segundo a também presidente da Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL), revelaram ser “menos agressivas para os doentes”.

“O que é novo aqui é a ação dos tratamentos, o alvo, não a via de administração”, explicou a médica, precisando não serem tratamentos “dirigidos a todos os doentes, mas apenas aos que apresentam aquelas alterações genéticas”.

Em declarações no âmbito do Dia Mundial da Leucemia Mieloide Aguda, que se assinala na quinta-feira, a médica falou de uma “consciencialização” para os novos doentes “que é preciso fazer” e que é o foco da iniciativa “Momentos com aLMA”, organizado pela Sociedade Portuguesa de Hematologia, a Associação Portuguesa Contra a Leucemia, a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas e a Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma.

A LMA, descreveu a também presidente da APLL, “é uma doença rara que representa 1% de todos os cancros” sendo que em Portugal surgem “anualmente entre 200 e 250 novos casos”, revelando-se “mais comum entre os homens” e manifesta-se “em adultos com mais de 45 anos”.

Sobre os novos tratamentos, a especialista precisou que a quimioterapia “continua a ser uma opção, mas têm-se vindo a identificar alterações genéticas nas células, incidindo as novas terapias nessas alterações, nesses marcadores”, a chamada “terapêutica dirigida ou terapêutica alvo”.

Dadas as características do tratamento “há menos efeitos adversos para os doentes”, aplicando-se, também, “quando as pessoas não respondem aos tratamentos convencionais, como a quimioterapia e o transplante de medula”, revelou.

Assinalando que os novos medicamentos “representam novas esperanças para os doentes de entrarem em remissão, ou seja, de terem a doença controlada”, Isabel Barbosa enfatizou ser a “área da Hematologia onde têm surgido mais tratamentos inovadores e menos agressivos”.

“Continuará a ser sempre necessária a deslocação ao hospital e a monitorização, deixam é de haver as estadias tão prolongadas devido à quimioterapia”, disse.

A LMA é um cancro raro e agressivo do sangue e da medula óssea que interfere no desenvolvimento de células sanguíneas saudáveis. O prognóstico de sobrevivência pode ser baixo, lê-se na informação enviada à Lusa, que acrescenta que um diagnóstico de LMA afeta significativamente todos os aspetos da vida de um doente, cuidador e família, durante o diagnóstico, tratamento e recuperação.

LUSA/HN

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