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Zelensky quer a “paz restaurada” e anseia pela “derrota de todos os males” – ZAP Notícias

EPA / Presidência ucraniana

Zelenskyy esteve em Dnipro e, no seu discurso diários, exaltou os médicos e enfermeiros, a quem chamou heróis.

O Presidente da Ucrânia esteve em Dnipro a exaltar os médicos e enfermeiros, a quem chamou heróis. Aproveitou também uma celebração muçulmana para reforçar o objetivo de uma Crimeia livre.

Volodymyr Zelenskyy não fez o seu discurso diário em Kiev, como é habitual, mas sim na linha da frente, na região de Dnipropetrovsk.

“Visitei o famoso Hospital Mechnikov, em Dnipro, para agradecer pessoalmente aos nossos heróis, todos os médicos e enfermeiros que têm resgatado os nossos soldados feridos e civis todos os dias desde 24 de fevereiro e desde 2014″, afirmou o chefe de Estado ucraniano, segundo o discurso no site da Presidência.

“Eles são extremamente bem sucedidos nas suas linhas da frente e salvaram a vida de milhares dos nossos cidadãos”, acrescentou Zelenskyy.

O Presidente ucraniano falou, esta sexta feira, ao parlamento da Eslovénia, no discurso ao 24º país da União Europeia desde o início da invasão russa à Ucrânia.

Esta foi a primeira vez que o chefe de estado da Ucrânia realizou um discurso a um parlamento europeu enquanto se encontrava na linha da frente.

“Chegaremos ao ponto em que eu poderei dizer que todos os 27 parlamentos da União Europeia ouviram sobre a luta pela liberdade melhor do que em qualquer manipulação russa”, sublinhou no discurso.

Zelenskyy, referindo-se ao Kurban Bayram, um celebração muçulmana, afirmou que este feriado “ensina o sacrifício e orienta as pessoas para boas ações”.

“Quero congratular todos os muçulmanos da Ucrânia e do mundo e desejar que a paz seja restaurada, assim como aconteça a derrota de todo o tipo de males“, apelou.

“O povo Tatar da Crimeia espera isto de um modo especial e acredito que chegará o ano em que nos receberemos uns aos outros numa Crimeia livre”, disse ainda.

7 mil km de infraestrutura ferroviária destruída

A guerra na Ucrânia destruiu, até agora, um total de sete mil quilómetros de infraestrutura ferroviária. As empresas ferroviárias pediram à União Europeia para financiar as reparações rapidamente e sem burocracia.

A guerra na Ucrânia destruiu ainda 21 estações de comboio e 49 pontes ferroviárias, informou esta sexta-feira a Comunidade Europeia de Empresas Ferroviárias e de Infraestrutura (CER).

Os dados foram apresentados numa conferência de imprensa, em Viena, na reunião anual do CER. No fórum, 30 chefes de empresas ferroviárias europeias deverão assinar uma “Declaração da Ucrânia“, na qual deverão expressar a solidariedade e apoio ao país atacado, afirmou Andreas Mattha, o presidente do CER e responsável das Ferrovias Federais Austríacas (ÖBB).

“Os colegas das ferrovias ucranianas trabalham todos os dias em circunstâncias inimagináveis e arriscam as suas vidas. Precisam do nosso apoio para que o tráfego ferroviário na Ucrânia possa continuar”, insistiu.

O presidente do CER considerou “lógico” e “correto” que as ferrovias europeias enviem um sinal forte e se comprometa a ajudar.

Matthä recordou que “a infraestrutura ferroviária ucraniana é a espinha dorsal do corredor humanitário para os deslocados e para entregas de ajuda, como alimentos e produtos médicos”. Em junho, quatro milhões de pessoas foram deslocadas por via férrea, assinalou ainda.

Espera-se ainda que, na declaração, as empresas ferroviárias peçam à União Europeia que disponibilize fundos para financiar rapidamente e sem burocracia as reparações das estruturas ferroviárias destruídas.

Além disso, para acelerar o processo de integração da Ucrânia na UE, defendem que no processo de reconstrução os trilhos do comboio ucraniano passem da bitola russa para o padrão usual na Europa.

Atualmente, a diferença atrasa, entre outras coisas, o transporte de grãos da Ucrânia para os portos ocidentais, o que está a ser analisado como uma rota alternativa, já que os portos ucranianos estão bloqueados.

Segundo Richard Lutz, presidente da empresa alemã Deutsche Bahn (DB), atualmente são transportadas por via terrestre cerca de 800 mil toneladas por mês e a tendência é aumentar.

Contudo, para transportar o total de 22 milhões de toneladas de cereais e sementes de girassol, atualmente bloqueadas para países como o Egito, são necessárias capacidades adicionais, frisou. Richard Lutz não descartou que pode levar anos até que a rota marítima seja reativada através do Mar Negro.

  Alice Carqueja, ZAP //

Fonte: ZAP

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