Sindicato exige contratação de mais enfermeiros para o litoral alentejano

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“O contexto de pandemia, acrescido agora do período de verão, em que há fluxos migratórios para esta zona, agrava aquilo que são as necessidades de prestação de cuidados por parte da ULSLA”, disse à agência Lusa Zoraima Cruz Prado, dirigente do SEP, após um protesto de enfermeiros e utentes junto ao Hospital do Litoral Alentejano (HLA), em Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal.

Segundo a sindicalista, à atividade habitual do HLA e dos centros de saúde da região, que integram a ULSLA, “tem de se acrescentar o aumento da população no verão e, este ano em particular, às respostas que se têm de dar no contexto da pandemia de covid-19”.

Apesar de ter havido autorização para a contratação de profissionais de saúde, “o saldo de admissões nesta instituição é zero”, lamentou.

“Não havendo contratação, preocupa-nos muito o tipo ou a ausência de resposta às necessidades da população neste período em que confluem as três necessidades de saúde”, alertou.

Nas contas do SEP, “faltam 100 enfermeiros” para suprirem as necessidades da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, que abrange os concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines, no distrito de Setúbal, e Odemira, no distrito de Beja.

Fonte: Lifestyle Sapo

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